domingo, 22 de abril de 2018



Saindo da quarta colocação, Francesco Bagnaia conseguiu mais uma bela vitória na temporada, dessa vez em Austin. Para tal, o piloto da VR46 precisou descontar a grande vantagem imposta por Alex Márquez ainda no início da corrida e, depois de uma batalha acalorada, realizar a ultrapassagem para pegar a liderança com seis voltas para o fim e não mais perder. 

Foi a segunda vitória de Bagnaia no ano, um triunfo de confirmação do bom início de temporada principalmente após a batalha franca com Márquez. Alex por sua vez teve de se contentar com a segunda colocação mesmo após largar da pole e de liderar mais voltas na corrida. O piloto da Marc VDS dominou a maior parte da prova mas acabou a corrida tendo que se segurar para não perder também a segunda colocação para um impressionante Miguel Oliveira. 

Saindo apenas da 12º posição no grid, Oliveira logo se estabeleceu entre os ponteiros e, após boas brigas com Bagnaia e Vierge, conseguiu fechar a etapa Texana no pódio, seu segundo na temporada. 

Apesar de ter classificado em quinto, o atual campeão da Moto3 Joan Mir largou muito mal e completou a primeira volta na 19º colocação. A péssima largada no entanto não foi obstáculo para a recuperação incrível do jovem espanhol. Ganhando posições com muita velocidade, o piloto da Marc VDS conseguiu fechar a prova na 4º colocação, encaixando assim seu melhor resultado na temporada. Outro que fez uma grande prova de recuperação foi o também espanhol Iker Lecuona que, após largar apenas da 13º colocação, fechou a prova no top5, aproveitando-se no final do abandono de Xavi Vierge.

Brad Binder fechou em sexto, igualando o resultado conquistado no Catar, com Mattia Pasini em uma decepcionante sétima colocação. O italiano começou a prova brigando entre os ponteiros, mas com problemas nos pneus foi perdendo performance e posições durante a corrida. Jorge Navarro foi mais um que conquistou o melhor resultado na temporada até aqui, fechando a etapa na oitava colocação. Dominique Aegerter foi o novo, com um decepcionante Lorenzo Baldassarri apenas em décimo. Depois de um pódio e uma 4º colocação nas duas primeiras etapas do ano, Baldassarri apenas observou seus concorrentes ao título brigarem na frente enquanto ele sofria para se manter entre os dez primeiros colocados. 

Sam Lowes, mais uma vez, caiu ainda no início da prova e de novo não marcou pontos nesse que vem sendo um péssimo início de temporada para o ex-MotoGP.

O brasileiro Eric Granado fechou a etapa na 22º colocação neste que foi o seu melhor final de semana do ano.

No campeonato Bagnaia retoma a liderança, agora com 57 pontos, 10 a mais que Pasini, o antigo líder. Márquez é o terceiro colocado mas com o mesmo número de pontos de Pasini.



Saindo da pole por ter ficado com a quarta colocação na corrida 1, Sykes partiu para quebrar o jejum de vitória de já durava 10 meses. 

O britânico largou bem e com consistência foi capaz de abrir três segundos de vantagem para o primeiro grupo, composto por Forés, Rea e Van der Mark. Enquanto os três pilotos brigavam entre si, Sykes tinha todo o espaço suficiente para abrir ainda mais e no final completar a prova com 5.4s de vantagem para o segundo colocado.

Vencedor da corrida 1 e grande rei de Assen nos últimos anos, Jonathan Rea fechou na segunda colocação após briga franca pela posição com Michael van der Mark, em uma batalha que emulou o que foi visto no sábado quando os dois brigaram até as últimas curvas pela vitória. Apesar de ter perdido a disputa pela segunda colocação, Van der Mark fechou a corrida no  pódio, seu segundo no final de semana da etapa caseira.

As Ducatis de Xavi Forés e Chaz Davies fecharam o top5 após corridas solitárias. Liderando o grupo intermediário Jordi Torres fechou a etapa na sexta colocação, seu melhor resultado desde que mudou-se para a MV Agusta. Um decepcionado Marco Melandri completou a corrida na sétima colocação,  trazendo consigo Loris Baz, Toprak Razgatlioglu e Lorenzo Savadori em um grupo que passou toda a prova trocando posições entre os 10 primeiros colocados. 

A Honda não teve nenhum representante de sua equipe principal na etapa, já que Leon Camier e Jacob Gagne não mostraram-se aptos fisicamente a participar da prova. Camier por ainda recuperar-se do forte acidente sofrido em Aragón e Gagne por ter sofrido uma contusão na coluna ainda no treino livre 2.

No campeonato Jonathan Rea ainda domina, agora com 159 pontos, 30 a frente de Chaz Davies. Marco Melandri é o terceiro colocado com 115 pontos, 12 a frente de Michael Van der Mark que com os dois pódios no final de semana pulou para a quarta colocação. Apesar da vitória, Tom Sykes ainda é apenas quinto colocado no campeonato com 101 pontos. 

O Mundial de Superbike retomará suas atividades em 12 de maio para a etapa de Misano na Itália.




O Circuito das Américas é como uma casa para Marc Márquez, e ele provou isso mais uma vez com uma vitória tranquila.

Em prova morna e carente de disputas, Márquez partiu da quarta colocação, depois de perder a  pole por ter bloqueado Maverick Viñales na classificação, para logo pular para o segundo posto, atrás apenas de Andrea Iannone. Ainda nas primeiras voltas Márquez pegou a liderança e não mais perdeu, cruzando a linha de chegada com 3.5s de vantagem para o segundo colocado, em mais uma vitória fácil do espanhol em Austin. Foi a sexta vitória de Marquez em seis anos de MotoGP no circuito Texano.

Na segunda colocação fechou Maverick Viñales. O espanhol da Yamaha fez seu melhor final de semana na temporada até aqui, sempre apresentando-se como principal concorrente de Márquez. O pódio foi completado por Andrea Inannone que, depois de ótima largada, conseguiu manter-se na segunda colocação durante grande parte da prova até ser ultrapassado por Viñales na segunda parte da corrida. O resultado do italiano marca seu primeiro pódio com a Suzuki e o primeiro da marca japonesa desde outubro de 2016.

Valentino Rossi completou a corrida na quarta colocação depois seguir Viñales durante grande parte da corrida. No final, ainda que tenha tentado, o sete vezes campeão do mundo acabou não alcançando a Suzuki de Iannone. Em corrida de recuperação, Andrea Dovizioso fechou o top5 da prova em um resultado para limitar danos, considerando o péssimo final de semana que o italiano vinha tendo até o início da corrida. 

Em prova sem sustos um calmo Johann Zarco fechou na sexta colocação, com Dani Pedrosa - ainda recuperando-se da cirurgia no pulso direito, conseguindo completar a etapa em uma heroica sétima colocação. Tito Rabat manteve o bom momento conquistado na Argentina e fechou a corrida na oitava posição, com Jack Miller e Aleix Espargaró - esse último em grande corrida de recuperação - fechando o top10.

Líder do campeonato até o início dessa etapa, o britânico Cal Crutchlow caiu ainda na metade da prova e teve seu resultado comprometido, completando a corrida apenas na 19º colocação.

No campeonato Andrea Dovizioso pulou para 46 pontos e assim assumiu a liderança, apenas um ponto a frente de Márquez. Viñales é o novo terceiro colocado com 41 pontos. Crutchlow agora é quarto, 8 pontos atrás de Dovi. 

A MotoGP retomará suas atividades em 06 de maio para o Grande Prêmio da Espanha, em Jerez. 




sábado, 21 de abril de 2018



Se é classificação da MotoGP em Austin, é pole de Marc Márquez. O espanhol conquistou em grande estilo mais uma pole em território Texano.

Dominante durante todo o final de semana, desde antes da classificação era sabido que seria muito difícil tirar a pole de Márquez. Assim que a bandeira verde foi dada para o Q2 o espanhol fez questão de confirmar as expectativas e logo pulou para a ponta, fazendo o melhor tempo da primeira rodada de voltas. O susto da sessão aconteceu com cerca de 5min para o fim quando o tricampeão da MotoGP, ao tentar melhorar sua volta, caiu ainda no primeiro setor. O piloto da Repsol Honda no entanto conseguiu se recuperar para trocar de moto e voltar a pista para marcar uma impressionante volta em 2min03.6s. 

Maverick Viñales ficou com a segunda colocação em um final de semana de recuperação da Yamaha até aqui. Mesmo sendo o mais rápido dos demais, Viñales fechou a sessão 0.406s mais lento que Márquez. Um dos principais pontos de conversa da classificação foi um lance entre os dois ponteiros onde, na saída da curva 12, Márquez bloqueou Viñales que vinha em volta rápida. O piloto da Yamaha logo levantou os braços para reclamar e o incidente foi colocado sob investigação, mas até o momento em que este relato foi escrito nenhum decisão foi tomada pela direção de prova. 

Andrea Iannone confirmou o bom ritmo dos treinos livres e largará da terceira colocação, fechando a primeira fila. Com volta meio segundo mais lenta que a pole, Johann Zarco abrirá a segunda fila na quarta colocação, com Valentino Rossi e Jorge Lorenzo completando a fila. Lorenzo, que finalmente conseguiu as tão pedidas aletas aerodinâmicas na parte dianteira de sua moto, conseguiu sua melhor classificação do ano. 

Líder do campeonato o britânico Cal Crutchlow sairá da P7, com Dovizioso - em um final de semana de performance limitada até aqui, e Pedrosa - ainda recuperando-se de lesão no pulso direito, completando a terceira fila. Danilo Petrucci, Alex Rins e Pol Espargaró - que foi o mais rápido do Q1, completam os doze que participaram da principal parte da classificação. 

Takaaki Nakagami foi o melhor entre os estreantes, com volta em 2min05.457s que lhe garantiu a 13º colocação no grid de largada. 


Quarta etapa da temporada 2018 do Mundial de Superbike em Assen, na Holanda, e o inglês Jonathan Rea (Kawasaki), líder do campeonato, venceu mais uma. A torcida local chegou a sonhar com a vitória, já que Michael Van der Mark (Yamaha) estava em os primeiros e chegou a liderar por algumas voltas. A prova foi recheada de disputas nas primeiras colocações, com vários pilotos passando pela zona do pódio e no fim Rea, Van der Mark e Chaz Davies (Ducati) ficaram com as posições. Segue abaixo o relato da corrida:

Na largada Xavi Fores saltou muito bem da terceira para a primeira colocação seguido de Jonathan Rea. Alex Lowes caiu da pole para terceiro. Na segunda curva Rea passou por Fores para assumir a liderança e Lowes foi junto e com isto Fores caiu para terceiro. Quem largou muito bem foi o piloto da casa Michael Van der Mark que foi de sétimo para quarto. Já Lorenzo Savadore caiu de quarto para nono. Na terceira volta Van Der Mark também passou por Fores na briga pelo terceiro posto.

Ainda no mesmo giro o holandês passou pelo companheiro de equipe Alex Lowes pela vice-liderança. Na volta oito Michael Rinaldi, um dos destaques da etapa de Aragão, caiu e abandonou. Lá na frente Chaz Davies passou Fores para assumir a quarta colocação. Na nove Van der Mark, para delírio da torcida, superou Rea para liderar a corrida. E as movimentações nas primeiras posições não paravam e Davies foi para cima de Lowes e assumiu a terceira colocação e Fores que estava atrás, foi de carona.

Na 10 Rea conseguiu dar o troco em Van der Mark na bela briga pelo primeiro posto. Davies que estava próximo também deixou o piloto da Yamaha para trás, mas tomou o troco na sequência. Na volta seguinte o inglês da Ducati voltou a passar por Van der Mark e foi para cima de Rea disputar a vitória. Com sete voltar para o fim Savadori, que disputava posição contra Leandro Mercado, foi ao chão e abandonou.  Na 17 Van der Mark voltou a passar Davies pela segunda colocação e pela briga pela vitória. Mas daí para o fim não teve mais mudanças e Rea venceu com Van der Mark em segundo e Davies em terceiro.

Segue abaixo o resultado final da corrida:




O asfalto do Circuito das Américas (COTA  na sigla em inglês) há muito é motivo constante de críticas, e dessa vez não foi diferente. 

Críticas aos desníveis no asfalto de Austin não são novidades, mas no último ano os problemas parecem ter aumentado de forma acentuada. Dani Pedrosa, piloto da Honda, chegou a afirmar que os desníveis trouxeram grande risco aos pilotos, considerando que nas freadas principais, principalmente na curva 12, a moto se comportava de forma a "pular" enquanto os pilotos vinham de uma velocidade final de mais de 300 quilômetros por hora.

Para a prova deste ano o circuito prometeu reformas para diminuir os desníveis, porém parece não ter funcionado, como afirma Valentino Rossi. 

"É um desastre," afirmou o sete vezes campeão da MotoGP. "É a pior situação em toda a temporada. Você tem três ou quatro bumps que são muito grandes".

"Com a nossa moto é difícil, porque você tem muitos desníveis na reta, então a moto se move muito a mais de 300 km/h e é uma situação crítica."

"No ano passado pedimos para que fossem feitas melhorias, eles fizeram alguma coisa, mas infelizmente não funcionou."

Ainda que mostre ênfase em o quanto aprecia o circuito Texano, Rossi reiterou que os desníveis causam risco aos pilotos e afirmou que na curva 18 a moto chega a tocar o asfalto, no que definiu ser "como o motocross."

Vencedor do GP da Argentina desta temporada, Cal Crutchlow foi ainda mais enfático. "Eu acho que eles fizeram um trabalho terrível. Eles tentaram melhorar, mas pioraram. Eu sei que o ano passado foi ruim, e agora é ainda pior."


Apesar do incrível domínio de Jonathan Rea durante todo o final de semana, liderando 3 dos 4 treinos livres disputados, Alex Lowes foi o grande homem da classificação. 

O britânico conseguiu encaixar volta perfeita em 1min34.006s para pular para a pole em sua segunda volta lançada e de lá não mais sair. Rea dominou toda a classificação com exceção dos minutos finais quando teve que abrir espaço no lugar mais rápido do grid para Lowes, mas largará da segunda colocação, apenas 0.046s atrás do britânico.

Em mais uma grande apresentação, Xavi Forés foi o mais rápido entre as motos privadas. Não só bateu as duas motos de fábrica como ainda largará da terceira colocação, fechando a primeira fila. O piloto da Aprilia Lorenzo Savadori finalmente parece estrear na temporada e com volta em 1min34.739s abre a segunda fila na quarta colocação. Marco Melandri e um decepcionado Tom Sykes fecham a segunda linha de largada. 

Correndo em casa, e com bom desempenho em todos os treinos livres, Michael van der Mark acabou sendo a decepção da sessão de classificação, ficando com a sétima colocação. O piloto da Yamaha vinha em volta rápida mas cometeu um pequeno erro que comprometeu toda sua volta mais rápida. Chaz Davies, em mais uma classificação abaixo do ideal, e Jordi Torres formam a terceira fila. Loris Baz da Althea BMW completou o top10. Toprak Razgatlioglu, líder da super pole 1, fechou a sessão em 11º, com Michael Ruben Rinaldi, atual campeão da STK1000, sendo o 12º e último entre os participantes da super pole 2 em sua segunda aparição na principal classe do mundial.


quarta-feira, 18 de abril de 2018


Após sofrer forte acidente ainda na primeira volta do GP da Argentina, Dani Pedrosa fraturou o rádio direito e precisou submeter-se a procedimento cirúrgico para correção do problema. Mesmo assim, o espanhol garante que tentará correr em Austin, neste final de semana.

"Desde a operação, comecei a me sentir um pouco melhor a cada dia. Tenho feito exercícios para ganhar mobilidade e reduzir a inflamação. Pouco a pouco estou recuperando o tônus muscular, e isso me permite ver algum progresso.”

Apesar da confiança quanto a participação, Pedrosa está ciente que o traçado de Austin, um dos mais exigentes e desnivelados do atual calendário, exigirá muito de sua parte física, mas insiste que vale a tentativa. "Vamos a uma pista difícil e, até que esteja de novo na minha moto, não poderei realmente saber minha real situação." "Mas o que está claro para mim neste momento é que vale a pena viajar e tentar.”

Na última semana o piloto reserva da Repsol Honda e ex-LCR e Aprilia Stefan Bradl recebeu o chamado para assumir a moto de Pedrosa caso este não pudesse viajar para Austin. Mesmo com a confirmação de que Pedrosa tentará participar da etapa, Bradl viajará para Austin.

As aletas na parte frontal das motos vem sendo usadas já a algum tempo pela Ducati, mas foi na temporada passada que o item foi real objetivo de burburinho, com diversas equipes aderindo e evoluindo suas motos nesta área. Um banimento parcial, consequente do estreitamento das regras, chegou a ser imposto, mas as equipes conseguiram mesmo assim buscar outras formas de encontrar os resultados em downforce de maneira a respeitar as novas regras para essa determinada área da moto. Para Jorge Lorenzo, o grande marco com o uso das aletas veio em Brno, quando a Ducati apresentou um novo e radical pacote aerodinâmico que ajudou o espanhola a lidar melhor com a dianteira da moto. A melhora no rendimento do espanhol foi visível, inclusive com declarações públicas do mesmo que se manteve fiel aos apêndices aerodinâmicos até o fim da temporada.

Na Ducati a ideia de maiores aletas aerodinâmicas foi mantida para 2018, com uma tentativa de evolução para adequação a nova moto, no entanto o pacote inicial trazido para esta temporada não agradou Lorenzo, que escolheu por não usar os itens nas duas primeiras provas da temporada. “Nós evoluímos das aletas do ano passado, e essa nova evolução, quando tentamos nos testes de Buriram com a nova moto, não funcionou nas curvas”, afirmou Lorenzo. “Algumas coisas estranhas no meio das curvas não funcionaram. Descobrimos isso no Catar e, no momento, o melhor acerto é sem as aletas.”

Um novo pacote aerodinâmico vem sendo produzido pela equipe para resolver as necessidades de Lorenzo no entendimento da moto, mas ainda não existe certeza se o mesmo estará pronto já para a rodada deste final de semana, em Austin.

Quando perguntado sobre a necessidade do uso das aletas com o objetivo de emular o que havia acontecido na última temporada, Lorenzo foi enfático: "Eu realmente acho e acredito que precisamos das aletas nesta moto para ter mais sensação com a frente. Vamos torcer para tê-las o mais rápido possível." "Eu preciso de mais sensações, mais estabilidade na moto e mais confiança para abrir o acelerador o mais rápido possível, para entrar nas curvas com confiança e com downforce", disse ele.



terça-feira, 17 de abril de 2018


Neste final de semana, a equipe Forward Racing Team mudará seu cenário, passando da terra do fogo para as grandes pradarias texanas. Esta tudo pronto para o American Gran Prix, em Austin, Estados Unidos da América.

Depois de um fim de semana nada fácil na Argentina, etapa quase em casa para o piloto brasileiro, a Forward Racing Team está pronta para deixar para trás as dificuldades da América do Sul, para dar novo espaço à positividade e desejo de revanche para os EUA.

Passada as duas primeiras etapas da Moto2, a Forward Racing Team prepara-se para enfrentar um fim-de-semana desafiante. Os pilotos da equipe estão ansiosos para desbravar os 5.515 metros de asfalto da pista americana, para mostrar os resultados do trabalho feito até agora, juntamente com sua equipe.

O terceiro Grande Prêmio da temporada começará na sexta-feira (20) às 10h55min (horário local), com a primeira sessão de treinos livres no Circuito Texano.

Eric Granado
“Treinei muito aqui no Brasil durante esta semana de descanso, para estar no meu melhor no Circuito de Austin, que é um dos mais longos do Campeonato. A pista em si é muito física, possui algumas zonas realmente difíceis, tive uma preparação forte nesses dias para superar esse aspecto. Estou muito animado e mal posso esperar para voltar ao trabalho com a equipe. Esperamos encontrar boas condições, que nos permitam trabalhar da melhor maneira possível durante todas as sessões de treinos livres, para chegar com um bom set up no domingo, e isso me ajudar a melhorar meus resultados. Eu sou muito positivo e mal posso esperar para voltar ao caminho certo.".

Giovanni Cuzari - CEO Forward Racing Team

“O fim de semana na Argentina nos deixou insatisfeitos, especialmente com relação a Stefano, que teve alguns problemas até o final da corrida por causa de outro piloto, arruinando o trabalho duro de remontagem que estava fazendo. Eric, por outro lado, na pista seca não foi tão bem, por isso esperamos que nos EUA as coisas possam melhorar e ele possa progredir. A pista não é das mais fáceis, pelo contrário, seu traçado com mais de 5 quilômetros, demanda uma grande força física. Tenho certeza de que toda a equipe dará 110% mais uma vez.”.