quarta-feira, 26 de agosto de 2009



A prova de Indianápolis representa uma pequena dor de cabeça para a Bridgestone, pois tem que se preocupar com o desgaste diferenciado dos pneus, já que a pista conta com 10 curvas para a esquerda e seis para a direita.

Única fornecedora de pneus para a MotoGP, a empresa levará para o circuito pneus médios e duros para as equipes usarem na dianteira das motos e compostos duros e extra-duros (assimétricos) para a traseira, com isso visa maior durabilidade dos pneus na pista abrasiva de Indianápolis e também estabilidade das motos durante as freadas, uma vez que o excesso de curvas leva à frenagens fortes.

Tohru Ubukata, responsável pelo desenvolvimento de pneus para motos na Bridgestone, explicou que o circuito tem variações em seu desenho (o oval e a parte mista) e isto traz também irregularidades entre os encontros de asfalto e no próprio tipo de material usado em cada trecho. “O circuito é geralmente muito abrasivo, pois varia o tipo de piso, o que significa que os pneus têm que responder a grande variedade de condições da pista durante cada volta”, disse Ubukata.

Com experiência na utilização de seus compostos em Indianápolis, por também fornecer pneus para a Fórmula 1 (que já correu lá) e para a IndyCars que ainda tem o ciruito em seu calendário, a Bridgestone visa também o mercado norte-americano e por isso espera ‘fazer bonito’ na prova estadunidense que acontece durante o próximo final de semana.

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