segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MotoGP - Rio de Janeiro - 2004
Sem dúvida nenhuma vivemos em um País de promessas e a mais nova é que teremos de volta uma etapa do campeonato mundial de MotoGP.

A notícia veio em um evento patrocinado por uma marca forte para a motovelocidade, no qual o presidente  da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM), Firmo Alves, afirmou que a partir de 2014 a categoria sobre duas rodas fará parte do calendário mundial.

Até aí poderíamos comemorar muito, afinal já há alguns anos que o Brasil bate na trave para participar do campeonato.

Hoje, um dos melhores autódromos seria o de Interlagos. Em 2009, foi descartado por causa do conflito de datas entre a MotoGP e a F1; em 2010 foi dito que não seria apropriado para competições de moto neste nível.

Jacarepaguá que sediou por tanto tempo provas deste nível, não existe mais. As campanhas contra sua demolição foram em vão e hoje o local serve de canteiro de obras para as próximas olimpíadas.

Assim, surge uma segunda promessa: a construção de um novo autódromo que atinja as expectativas da Dorna, confiável e que receba o direito de figurar no calendário da MotoGP.

Se levarmos em consideração que, além de sermos um País de promessas, também somos o “do jeitinho” (infelizmente), há esperança. Ganhamos o direito das Olimpíadas e da Copa do Mundo, dia após dia vemos notícias dos atrasos nas obras, alguns superfaturamentos, mas muitos estádios e centros de esporte estão quase prontos. Quem sabe realmente saia um autódromo digno para recebermos um mundial de MotoGP?

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