domingo, 24 de fevereiro de 2019

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A temporada 2019 do Mundial de Supersport começou da mesma maneira que a anterior havia terminado, com domínio da Yamaha. Toda a primeira fila do grid foi composta por pilotos defendendo as cores azuis e na corrida o 1-2-3 se repetiu. 

Randy Krummenacher foi o responsável por abrir os trabalhos para a Yamaha. Liderando desde o início da prova o suíço conseguiu se impor na briga interna com Federico Caricasulo, seu companheiro na equipe Bardahl Evan Bros, para chegar a metade da prova com a liderança, ainda que apenas marginal. Jules Cluzel, também de Yamaha mas da equipe GMT94, acompanhava de perto.

Para esta etapa um pit stop no meio da corrida foi declarado obrigatório graças a preocupações sobre a segurança oferecida pelos pneus. Caricasulo, acabou sendo prejudicado na parada uma vez que a equipe esqueceu o suporte da roda traseira preso na moto, fazendo com que o italiano tivesse que parar e aguardar a chegada dos mecânicos para retirar o aparato e só então de fato reacelerar para voltar a pista. 

Cluzel aproveitou o erro da equipe adversária para pegar a segunda colocação e Krummenacher abriu vantagem na frente, fechando a corrida com 6.157s de sobre para o concorrente mais próximo. Caricasulo fechou o pódio, com Hector Barberá (Team Toth) e Thomas Gradinger (Kallio Racing) fechando o top5 inteiro de Yamahas YZF-R6.

Lucas Mahias, campeão do certame em 2017, agora de casa nova, foi apenas o 12º colocado. Maria Herrera, estreando com grandes expectativas, fechou na 16º colocação, a frente de Raffaelle De Rosa. O experiente italiano, que continuou com a MV Agusta para essa temporada, foi o único que conseguiu ameaçar o domínio azul na frente do grid, classificando em quarto e pulando para terceiro no início da prova, mas acabou caindo sozinho ainda nos primeiros momentos da etapa.